In Notícias SAPO, a 24 de Fevereiro de 2011. Notícia original aqui.
Os utilizadores da internet podem recorrer a um índice sobre cibercrime, para saber qual o nível de ameaça existente no momento em que estão a consultar qualquer site, um instrumento gratuito que pretende contribuir para a sua segurança.
Com o alargamento da utilização da internet em todo o mundo, tem aumentado o tipo de crimes registado entre aqueles que "navegam" em sites e redes sociais que podem revestir várias formas: roubo de identidade, de dados pessoais ou a fraude bancária.
"O cibercrime é cada dia mais importante porque cada vez há mais pessoas a navegar na internet, por isso a Symantec Norton decidiu informar os seus clientes, mas também todos os utilizadores do mundo, já que é uma informação aberta", explicou hoje à agência Lusa o diretor da Unidade de Consumo da Symantec Ibérica, Salvador Tapia Rodriguez.
Através da consulta do site da empresa, é possível aceder de forma gratuita ao Norton Cybercrime Índex (Índice de Cibercrime) e saber "qual é o índice de possibilidade de acontecer um ataque criminal e quais os diferentes tipos de ataque criminal", disse o responsável. Através do produto, hoje apresentado em Lisboa, o utilizador toma conhecimento dos sites com mais elevado grau de risco em cada dia, num índice que representa um número.
Contudo, não é possível avaliar as redes sociais porque "poderia gerar insegurança para os seus utilizadores", apontou. Salvador Tapia Rodriguez referiu que o valor mais baixo registado foi 57 e o mais alto 170.
Ao mesmo tempo é apresentada informação sobre problemas detetados, como ‘scams’ ou publicidade não solicitada, vírus e sobre as notícias divulgadas acerca do cibercrime.
A empresa aponta que as pessoas podem ver os termos de pesquisa mais infetados do dia e quais os sites mais perigosos e manter-se longe destes espaços.
In Notícias SAPO, 8 de Fevereiro 2011 às 11:18
Daniel Cardoso, investigador, fala em directo no SAPO sobre os riscos que as crianças correm online. No âmbito do estudo EU Kids Online, Daniel Cardoso debruçou a sua pesquisa sobre o uso excessivo que as crianças e jovens fazem deste meio. A mediação é um trabalho conjunto que deve envolver pais, escolas e a indústria com vista a proteger sem inibir o uso das potencialidades da internet.
Clique aqui para colocar as suas questões.
in Internet Segura PT, a 7 de Fevereiro de 2011. Notícia original aqui.
A utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) tem transformado profundamente a maneira como as pessoas vivem – como aprendem, trabalham, ocupam os tempos livres e interagem, tanto nas relações pessoais como com nas organizações. A par de todas as possibilidades e benefícios da utilização das TIC, nomeadamente no acesso ao conhecimento, na aprendizagem, na colaboração entre pessoas e organizações, na inclusão social e na criação de riqueza, é necessário assegurar, como para qualquer outro meio de interacção, mecanismos e estratégias apropriados para a sua utilização segura.
As mais de 500 acções promovidas este ano correspondem a duplicar as acções realizadas no ano passado a propósito do Dia Europeu da Internet Segura, e são consequência de uma mobilização crescente dos vários actores para estas actividades. Tal como nos anos anteriores, o Projecto Internet Segura resolveu estender estas comemorações ao período de 4 a 18 de Fevereiro, dinamizando-as ao longo de todo o país nomeadamente através da Rede de Espaços Internet e da Rede Solidária , e estendendo-a a vários grupos da população além de jovens, nomeadamente a seniores, pessoas com necessidades especiais e à população em geral, incluindo várias acções explicitamente destinadas a pais e educadores.
Enquanto entidade coordenadora do Projecto Internet Segura, a UMIC disponibiliza aos interessados elementos informativos e de apoio sobre o tema da navegação segura da Internet. O projecto Internet Segura também dinamiza, através da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação, acções nas escolas do ensino básico e secundário no âmbito da vertente escolar do projecto: Seguranet .
Na sequência de iniciativas anteriores , o projecto Internet Segura , em conjunto com a Rede de Espaços Internet , promove a generalização de diferentes acções de sensibilização/formação nos cerca de 1.170 Espaços Internet existentes em todo o país, em Municípios, Bibliotecas Públicas, Instituições de Solidariedade Social, Centros de Inclusão Digital, Centros de Emprego e Formação Profissional, Colectividades de Cultura e Recreio e Centros de Ciência Viva. O desenvolvimento de actividades de sensibilização e formação nos Espaços Internet é um poderoso instrumento de inclusão e penetração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). Com o apoio da UMIC – Agência para a Sociedade do Conhecimento, IP , decorrem actividades de 7 a 18 de Fevereiro em mais de 370 Espaços Internet localizados por todo o país, muito mais do dobro dos que participaram na iniciativa no ano passado.
Como exemplos das acções que irão decorrer em vários pontos do país, destacam-se:
Nas escolas:
De 7 a 13 de Fevereiro, realizam-se em cerca de 100 escolas acções de sensibilização e formação no decorrer da semana . Espera-se que até dia 8 de Fevereiro mais escolas adiram e reforcem o número de eventos a decorrer durante a semana em todo o país.
Para seniores:
- Espaço Internet da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (Braga) – Semanas de 7 a 18 de Fevereiro - Acção de Formação para Seniores - Formar para autonomizar "Nunca é tarde para aprender” com acção de sensibilização especial sobre segurança na Internet - das 18h às 20h – Aida Alves - tel.: 253205970;
- Espaço Internet de Serpa – Dias 7, 8, 9 e 11 de Fevereiro – Sessões de Sensibilização e esclarecimento sobre utilização segura da Internet na Universidade Sénior de Serpa - das 11h-12.30h e das 16h às 17.30h - Ana Rosa - tel: 284 549 144;
Para jovens e crianças:
- Nas 20 “Lojas Ponto Já” do Instituto Português da Juventude realizem-se, dinamizadas pela Fundação para a Divulgação das Tecnologias de Informação (FDTI), várias acções destinadas a jovens.
- Espaço Internet de Esposende – Dias 8, 9 e 10 de Fevereiro - das 14h às 17h - Sessão de esclarecimento (para crianças dos 6-12 anos e jovens) sobre a navegação segura na Internet com recurso à projecção de vídeos de informação e sensibilização – Rui Losa – tel.: 927813550;
- Projecto Ecos- Loulé – Dia 8 de Fevereiro, das 18.30h às 20h, Acção de Sensibilização/ Esclarecimento para Jovens até 18 anos sobre perigos e prevenção na Internet, blogues, cyberbullying e redes sociais – Carlos Saraiva - tel.: 289416920;
- Espaço Internet da Biblioteca Municipal de Espinho – Semanas de 7 a 18 de Fevereiro – Acção de Sensibilização sobre a Internet Segura nas Bibliotecas Escolares do 2º e 3º Ciclos - Esclarecimento para os perigos de uma má utilização da Internet, orientando para uma navegação segura – das 10h às 17h – Andrea Magalhães - tel.: 227335869;
- Espaço Internet de Alfândega da Fé – Dia 8 de Fevereiro – Acção de formação sobre Navegação Segura na Internet para crianças do 4º ano de escolaridade e Actividade formativa «A Internet e a vida virtual» para jovens 10-18 anos – Paula Tavares - tel.: 279468120;
- Projecto Tu Kontas Ainda Mais (Montijo) – Dias 7 e 9 de Fevereiro - Acção de sensibilização no âmbito da formação em Curriculum da Literacia Digital para crianças dos 6-12 anos, com módulo específico sobre a Internet e Navegação Segura – Marcelina Vitorino - tel.: 212327858.
Para pais e educadores:
- Espaço Internet de Montalegre – Semana de 7 a 18 de Fevereiro - Acção de informação e sensibilização aos pais e educadores «Navegação segura na Internet para toda a família» - Gorete Afonso – tel.: 965657782;
- Espaço Internet de Paços de Ferreira - Dia 8 de Fevereiro – das 15h30 às 19h – Acção de Sensibilização sobre a temática da Internet Segura, para pais e educadores – Liliana Viana / Cátia Silva - tel.: 234 186 455;
- Projecto Quero (Agrupamento de Escolas de Tortosendo) – Semana de 7 a 18 de Fevereiro – Acção de Sensibilização para Pais sobre a utilização segura da Internet - das 18.30h às 19.30h – João Carlos Brás – tel.: 275086227.
Para cidadãos com necessidades especiais:
- ASCUDT - Associação Sócio Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes – De 7 e 18 de Fevereiro - Acções de sensibilização sobre os perigos da Internet para Cidadãos com necessidades Especiais, destinado aos utentes da Associação - Pedro Ruano - tel.: 273312877.
Para público em geral:
- Espaço Internet de Almodôvar – De 14 e 18 de Fevereiro - Acção de Formação sobre Navegação Segura na Internet aos funcionários da Câmara Municipal de Almodôvar, com atribuição de certificados de formação – Nelson Guerreiro / Tiago Luz – tel.: 286 662 625;
- Espaço Internet da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (Braga) – Dia 8 de Fevereiro – das 15h às 17h - Acção de Formação sobre os perigos do Facebook «Encontros (in)seguros?» – Aida Alves - tel.: 253205970;
- Cruz Vermelha Portuguesa (Núcleo Águeda) – Semanas de 7 a 18 de Fevereiro - Acção formativa de aprofundamento dos conhecimentos na utilização das mais variadas ferramentas da Internet (browsers, chats e pesquisas), dando prioridade ao esclarecimento do uso da Internet sem riscos e de uma forma segura – João Lemos – tel.: 234 602 642;
- Espaço Internet da Azambuja – Semanas de 7 a 18 de Fevereiro – das 12h às 19h – Acção de Sensibilização para a utilização segura da Internet no âmbito das formações para a atribuição do Diploma de Competências Básicas – Marisa Pedrosa – tel.: 263418290;
- Espaço Internet de Mondim de Basto – Semanas de 7 a 18 de Fevereiro – das 10h às 12h – Formação «Literacia em TIC» com inclusão de módulo específico sobre cuidados a ter para navegar de modo seguro na Internet – José Mourão – tel.: 255389392;
- Espaço Internet da Biblioteca Municipal de Aljustrel – Semanas de 7 a 18 de Fevereiro - Elaboração de desdobráveis com informação sobre utilização segura da Internet (conselhos de prevenção), feito com os utilizadores do Espaço para posterior distribuição nas escolas locais – Francisca Branco – tel.: 284603076
Tom Parker, investigador da empresa de segurança Securicon, revelou alguns detalhes sobre a origem e os propósitos do worm que atacou os sistemas iranianos. A análise do investigador demonstrou que a acção do worm implicaria o conhecimento da linguagem de programação associada aos equipamentos industriais.
Rapidamente concluiu que quem está por trás da programação do Stuxnet esteve envolvido na criação de controladores lógicos programáveis usados na automação dos processos industriais, possivelmente em companhias ocidentais, dados serem estas as que mais investem na agilização da automação industrial.
Paralelamente a Symantec revela que o Stuxnet incidia particularmente nas frequências entre os 800 e os 1200Hz, sendo que as frequências acima dos 600Hz estão associadas ao funcionamento de equipamento nuclear de enriquecimento de urânio.
Embora os estudos sejam inconclusivos sobre se o worm terá atingido ou não o seu fim, impossibilitam a sua utilização no futuro.
O alerta partiu da Deco, que diz que os bancos são responsáveis por lei por todas as operações bancárias efectuadas sem autorização, mas que na prática a lei não tem sido aplicada nos casos de phishing.
Carla Oliveira, jurista da associação de defesa do consumidor, relembra que a lei exige que as entidades bancárias assegurem mecanismos de segurança para o acesso às transacções eletrónicas, mas afirma que os bancos portugueses não respeitam a lei.
A responsável da Deco disse em declarações ao Diário de Notícias, que as vítimas de phishing não têm outra alternativa senão recorrer a instâncias judiciais, caso pretendam ser ressarcidas dos valores que foram desviados pelos cibercriminosos.
Este é o mote da campanha lançada em 6 de Março de 2007 pelo Ad Council em parceria com o U.S. Department of Justice, e o National Center for Missing & Exploited Children® (NCMEC). O seu principal objectivo é sensibilizar os jovens e crianças para a problemática do cyberbullying e da exploração sexual online.
A campanha foi renovada este ano com o lançamento do video interactivo Your Phone Fate, em que o utilizador pode escolher o desfecho da história:
Foi também disponibilizado o jogo interactivo "Id the Creep" , banners para websites e outdoors. Saiba mais sobre esta iniciativa aqui.
In TEK SAPO a 05 de Novembro de 2010
Um estudo levado a cabo pela Hispasec Sistemas, laboratório independente de segurança em TI, permitiu concluir que o Mozilla Firefox é o navegador mais seguro. Os testes tiveram por base 20.263 websites maliciosos, usados para medir os níveis de segurança fornecido de cada um dos browsers.
A avaliação propôs-se apurar a eficácia dos mecanismos de segurança dos browsers, no que diz respeito ao bloqueio de endereços maliciosos. Estes mecanismos consistem em filtros, que recorrem a listagens de sites que contenham exploits, malwares, esquemas de phishing e outros tipos de fraudes, e que actuam como primeira barreira de protecção do utilizador. Assim, sempre que o utilizador tenta aceder a um dos sites listados, é emitido um alerta que notifica sobre a perigosidade de aceder ao site.
Pretendia-se também saber quais as medidas despoletadas pelos browsers quando eram detectados conteúdos maliciosos, em tempo real.
Os números revelados dão a conhecer que:
- O Mozilla Firefox foi o browser mais bem sucedido, tendo impedido 35,08% do total de ataques dirigidos aos utilizadores.
- O Google Chrome é um dos browsers mais seguros. Impediu 32,76% do total de ataques.
- O Internet Explorer registou protecção em 5.144 sites visitados (cerca de 25,39% do número total de sites maliciosos visitados).
- Os piores resultados foram registados pelo Opera, cuja eficácia ronda os 8,34%.
Não deixa de ser perturbador o facto dos browsers analisados terem atingido uma taxa máxima, de identificação dos problemas, na ordem dos 35%. Um número extremamente baixo, se considerarmos o resultado inverso, ou seja, que 65% dos ataques levados a cabo a partir de sites maliciosos foram bem sucedidos. Estes números levantam outras questões. Senão, vejamos:
Um ponto interessante deste estudo mostra que, apesar do Mozilla Firefox utilizar o mesmo serviço de safebrowsing do Google Chrome, os resultados são ligeiramente distintos. Tal acontece porque cada browser tem um acordo diferente no que diz respeito às fontes das listas negras, o que influencia o resultado final das medidas de protecção.
Desta forma conclui-se que os sistemas de protecção, baseados em mecanismos de filtragem, são claramente insuficientes. Isto é reflectido não só pelas taxas de eficácia dos produtos, mas também pelas diferenças nas performances dos browsers. Existem sites que se encontram bloqueados apenas em alguns browsers enquanto noutros não e vice-versa, dependendo dos acordos utilizados e níveis de comprometimento na criação do produto. Conclusões que mostram que as equipas que desenvolvem as aplicações, terão ainda de trabalhar bastante para atingirem níveis satisfatórios na segurança dos browsers.
Torna-se por isso muito importante que todos os utilizadores aumentem a segurança do navegador com aplicações complementares, que operem directamente com os browsers, e que utilizem um bom antivírus e firewall.
Project - Cyberbullying by ~CajunPyro, no deviantART
Foi aprovada a dia 28 de Outubro, em Conselho de Ministros, uma Proposta de Lei que prevê a penalização da violência escolar. A nova legislação também será aplicável aos casos de cyberbullying, quando a violência é exercida no espaço Web, em redes sociais ou outras plataformas, confirmou o Ministério da Educação. "Todas as formas de bullying estão consignadas na proposta de lei", garantiu o ministério.
A legislação prevê que um aluno com mais de 16 anos, que leve a cabo um dos crimes tipificados como bullying, possa vir a ser condenado a penas de prisão até cinco anos. Considera também um agravamento nas penas nos casos em que o desfecho seja a morte da vítima (entre 3 e 10 anos) ou quando existe ofensa grave à integridade física (entre 2 e 8 anos).
Nos casos em que os agressores têm menos de 16 anos (e mais de 12), a lei penal dará lugar a medidas tutelares educativas.
O comunicado disponibilizado pelo Ministério da Educação refere que "o novo crime de violência escolar abrange o fenómeno correntemente designado como bullying, cujos efeitos, além dos imediatamente produzidos na integridade pessoal das vítimas, se repercutem no funcionamento das escolas e na vida diária das famílias". Para além da punição, a definição do novo crime pretende também produzir um efeito dissuasor.
De acordo com os dados recolhidos pelo INE, cerca de metade da população portuguesa tinha, em 2007, acesso à internet a partir da sua residência.No ano seguinte, é lançado o programa “e-Escolas”, o que permite supôr um aumento considerável nestes números.
O acesso à World Wide Web chegava assim às camadas mais jovens, numa relevância crescente que veio a trazer a problemática da violência escolar para o ciberespaço, sob a forma de pressões psicológicas e humilhações públicas. A gravidade do fenómeno é proporcional à facilidade com que os videos, fotos e outros conteúdos podem ser divulgados e vistos por terceiros, em qualquer parte do globo.
Há cerca de um mês, Holly Grogan, uma jovem inglesa de 15 anos suicidou-se devido à perseguição de que foi alvo em várias redes sociais, por parte dos seus colegas de escola. Nos Estados Unidos, Tyler Clementi, um jovem caloiro da Universidade de Rutgers, viria a cometer suícidio após a divulgação de um video feito pelos seus colegas. O vídeo, capturado por webcam, mostrava o jovem no quarto do dormitório onde vivia, a ter relações sexuais com outro rapaz. São situações chocantes, que reforçam a necessidade premente de leis que contemplem este tipo de crimes.
Existem várias iniciativas internacionais de sensibilização para o problema - a Comissão Europeia ainda no ano passado assinalou o Dia da Internet Segura com o lançamento de uma campanha - e um esforço de vários países para minimizar os efeitos do fenómeno.
A Microsoft lançou um comunicado dia 3 de Novembro, alertando para outra vulnerabilidade descoberta no Internet Explorer, que permite a execução remota de código arbitrário nos computadores infectados. No comunicado foram enumerados alguns procedimentos de segurança, a adoptar até que a falha seja corrigida.
A falha, apelidade de Zero-Day, atinge todas as versões suportadas do browser - as versões 6, 7 e 8 do Internet Explorer - excluíndo a versão beta do Internet Explorer 9, que segundo a corporação, não está exposta à falha.
De acordo com a empresa de segurança Symantec, a vulnerabilidade é explorada da seguinte forma: o utilizador recebe uma mensagem com um link e, ao clicar sobre o mesmo, é direccionado para uma página que determina qual o browser usado. Se for um dos citados, o internauta é remetido para a página que aloja o código malicioso, que é automaticamente descarregado. A partir daí, o computador pode ser controlado remotamente sem que o utilizador se aperceba.
Desta forma, a Microsoft recomenda a todos os utilizadores que leiam os seus emails em formato de texto, e não em HTML, de modo a evitar ataques.
Outras recomendações referem funcionalidades e configurações que os internautas podem fazer de modo a protegerem-se. Todos os utilizadores que usam o IE 7, podem activar a funcionalidade de Data Execution Prevention nas configurações do browser - um recurso que vem activado por defeito no IE8. Quem ainda tem o IE 6 deve colocar o Nível de Segurança na categoria máxima.
Encontrando-se o lançamento do pacote mensal de actualizações de segurança da Microsoft agendado para o próximo dia 9 de Novembro, é pouco provável que seja apresentada uma correcção para a vulnerabilidade agora divulgada. Há sempre a hipótese da gigante do software lançar uma correcção de emergência entretanto, ou então remeter a correcção para um Patch Tuesday posterior.
Enquanto a correcção não chega, os utilizadores do Internet Explorer são ainda aconselhados a considerar o Enhanced Mitigation Experience Toolkit (EMET) como recurso.
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